sâmbătă, 31 mai 2008

Elogio da vertigem

“Não há nada lá fora?
Nem mesmo a idéia de um lá-fora?
Não será possível,
ou sequer concebível,
o ir-embora?

Pode-se ficar dentro?
Não? Também não há um cá-dentro?
Será ilusão
acreditar então
que saio e entro?

Perdão se sou existente
– perdão! quis dizer “insistente” –,
mas não há um lugar
onde se possa estar,
mesmo que ausente?”

(Paulo Henriques Britto, Sete Peças Acadêmicas, II)

2 comentarii:

esquizo spunea...

bello questo poema
lo voglio nel mio blog
buca l'umbrello
si pò?

differance spunea...

chiaro di si.Questo poema é per essere letto, non é mio, ma di tutti noi...